quarta-feira, 3 de outubro de 2012
03 de outubro:Igreja festeja Protomártires do Brasil.
Os Bem-aventurados Mártires Padre Ambrósio Francisco Ferro, Padre André de Soveral, Mateus Moreira e mais 27 leigos são festejados, na Arquidiocese de Natal, nestes dias. Há festa nas Paróquias do Beato André de Soveral, em Emaús; Beato Ambrósio Ferro, no bairro do Planalto, em Natal; e na do Beato Mateus Moreira, em Cidade Verde, Parnamirim.
Outra Paróquia que também está em festa é do Santuário dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, situado na Avenida Miguel Castro, no bairro de Nazaré, em Natal. Lá, os festejos tiveram início dia 24 de setembro. Diariamente, às 17 horas, há atendimento de confissão e, às 19h30, celebração de novena. No dia 3, de zero hora às 6 da manhã, haverá vigília de oração; às 9h30, missa solene, presidida pelo Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha; e, às 14 horas, peregrinação para o Monumento dos Mártires, em Uruaçu.
Na Comunidade de Uruaçu, no município de São Gonçalo do Amarante, os festejos também começaram dia 24 de setembro. Todas as noites, às 19 horas, há adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de missa. No dia 3, quarta-feira, a programação terá início às 7 horas da manhã, com missa, no Monumento dos Mártires. Às 14 horas, haverá apresentação do Auto dos Mártires. Às 15 horas, show com Padre Antônio Maria. Ele é compositor e cantor de dezenas músicas religiosas. É conhecido pela devoção a Nossa Senhora.
No Monumento dos Mártires, a programação será encerrada às 17 horas, com missa, presidida pelo Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, e concelebrada por padres da Arquidiocese de Natal.
A Igreja Católica celebra a memória dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, no dia 3 de outubro. Esta data é feriado no Estado do Rio Grande do Norte.
Fonte: Arquidiocese de Natal
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
A Igreja Católica e a Política no Brasil
A Igreja Católica no Brasil carrega na sua história um valor evangélico cada vez mais interpelador para sua missão: estar próxima do seu povo. Aliás, o faz nas pegadas do Cristo que percorreu a Palestina irradiando a boa nova do Reino da Verdade, da Justiça e do Amor.
Nas últimas décadas, a Igreja Católica no Brasil, por fidelidade ao seu processo evangelizador, foi levada muitas vezes a ser porta-voz de uma democracia participativa.
As recentes Diretrizes da ação evangelizadora da Igreja do Brasil (2003-2006) propõem evangelizar... “participando da construção de uma sociedade justa e solidária”. Para tanto, constatam os desafios para que a semente caia em terra boa, apresentam a qualidade da semente através da proposta cristã e propõem pistas de ação para que a semente produza em abundância. Entre os desafios, as Diretrizes chamam a atenção para o escândalo da exclusão e da violência na nossa sociedade, que é hoje uma das mais desiguais do mundo. Na proposta cristã, lembram o ideal da comunidade cristã que é a realização da solidariedade - “Não havia necessitados entre eles”. Entre as pistas de ação, explicitam que “as comunidades eclesiais tenham consciência de que devem praticar, elas mesmas, a solidariedade que pregam para a sociedade...(n.203).
Quais os fundamentos para a Igreja exercer esta missão na política? Os Bispos da América Latina, na Conferência de Puebla, 1979, afirmam: ”A dimensão política, constitutiva do homem, representa um aspecto relevante da convivência humana. Possui um aspecto englobante, porque tem como fim o bem comum da sociedade... A Igreja sente como seu dever e direito estar presente neste campo da realidade porque o cristianismo deve evangelizar a totalidade da existência humana, inclusive a dimensão política” (cf. Puebla, n.513-515).
No entanto, os Bispos fazem algumas distinções significativas para o exercício de sua missão profética no campo da política: “Valorizam a Política em seu sentido amplo, que atinge os valores fundamentais de toda a comunidade humana; definem, também os meios e a ética das relações sociais. Neste sentido, a Igreja contribui para promover os valores que devem inspirar a política, interpretando as aspirações dos povos, especialmente os anseios daqueles que a sociedade tende a marginalizar. E o faz mediante seu testemunho, sua doutrina e sua multiforme ação pastoral” (cf. Puebla, n. 520-522).
Mas os Bispos também vêem a política como realização concreta dessa tarefa, que é feita normalmente através de grupos de cidadãos que se propõem conseguir e exercer o poder político para resolver as questões econômicas, políticas e sociais. Aqui implica no que chamamos “política de partido”, que é o campo próprio dos cristãos leigos e leigas.” (Puebla, n.523).
Neste contexto devemos discernir a posição da Igreja católica no Governo atual. De um lado, está em diálogo constante com o Presidente da República, Sr. Luís Inácio Lula da Silva. Por outro lado, continua sua missão de educação das consciências, denunciando profeticamente as injustiças e anunciando uma sociedade nova, insistindo na ética. E o faz mediante suas Campanhas da Fraternidade, mediante eventos concretos como a promoção da lei 9 840 contra a corrupção, mediante os pronunciamentos da sua Presidência. Faz parte de sua missão, também, preparar cristãos para a atuação na política, acompanhando-os pastoralmente.
Dom Odilo P. Scherer
Secretário - Geral da CNBB.
Publicado pela CNBB em 22/10/2003.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Mensagem para o mês das vocações
MÊS DE AGOSTO, MÊS VOCACIONAL.
FAZER PARTE FA FAMILIA FRANCISCANA SEJA UM BENFEITOR DA JUFRA. ESPERAMOS POR VC NA PAROQUIA DE NOSSA SENHORA DAS DÔRES. PAZ E BEM!
sábado, 18 de agosto de 2012
I Monte Alverne Regional
Essa pergunta Deus fez a Caim porque queria ouvir de sua boca o que ele havia feito com aquele que deveria ter sido cuidado. Hoje, o Senhor se coloca para cada um de nós com essa mesma pergunta, e qual será a nossa resposta?
Jovem Franciscano eis o Tempo Favorável, o dia em que o Senhor nos faz conhecer o seu amor através da Oração, por isso, queremos convidar você a fazer uma experiência diferente de todas que você já teve em sua vida: Vivenciar o Monte Alverne, o caminho que nosso Pai Seráfico São Francisco de Assis trilhou para chegar as suas respostas.
DATA: 07 a 09 de setembro
LOCAL: Casa de Formação Franciscana José Moreno de Melo, localizada na Rua São Cristóvão, no bairro do Jaguaribe na cidade de João Pessoa/PB.
TAXA DE INCRIÇÃO: R$ 15,00 (quinze reais)
Haverá uma equipe de recepção para orientar os participantes de como chegar ao local. É extremamente necessária a confirmação do numero de irmãos por fraternidade até o dia 31 de agosto, para providenciarmos a acomodação nas camas ou colchonetes extras, porém as fraternidades que não confirmarem, pedimos que tragam seus colchonetes pois não teremos condições de conseguir no dia.
Tragam roupa de cama e banho, bem como seus pertences pessoais e a Bíblia.
Aguardamos a presença de todos para juntos rezarmos.
Que Deus esteja contigo, e que nós estejamos sempre com Ele.
Fraternalmente.
Edilson Laurentino dos Santos
Secretário Fraterno Regional
edilsonlaurentino@hotmail.com
CONTATOS PARA CONFIRMAR INSCRIÇÃO E TIRAR DUVIDAS
Elton Sousa – (83) 96506111 e-mail: eltonbelsousa@gmail.com
Libiane Marinho – (83) 99764062 e-mail: libijufra@gmail.com
Juliana – (83) 88912532 (responsável pela equipe de recepção e orientação de como chegar ao local do retiro).
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Assunção de Nossa Senhora
No dia 15 de agosto a Igreja celebra a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. É a terceira e última solenidade de Maria durante o ano na Igreja universal.
Dia 8 de dezembro ela celebra a Imaculada Conceição e, dia 1º de janeiro, Nossa Senhora, Mãe de Deus. Pelo fato de o dia 15 de agosto não ser feriado, a Igreja celebra esta festa no domingo depois do dia 15. Sua Liturgia é muito rica.
Assunção de Nossa Senhora, ou Nossa Senhora assunta ao céu, ou ainda Nossa Senhora da Glória, está entre as festas de Nossa Senhora muito caras ao nosso povo. Faz parte da piedade popular do Catolicismo tradicional.
Esta é também a vitória de Maria, celebrada nesta festa da Assunção. Ela não obteve nenhuma medalha de ouro, nos jogos olímpicos; simplesmente está coroada de Doze estrelas, na fronte, por ter assumido e vencido, no seu papel de Mãe de Jesus e Mãe da Igreja.
Na sua Assunção, Maria diz-nos agora: Olhai: a minha vida era dom de mim mesma. E agora esta vida perdida, de entrega e serviço, alcança a verdadeira vida: a vida eterna, a vida plena, a vida repleta de sol, circundada pela luz de Deus.
A vida não se conquista, tomando-a para si, mas oferecendo-a e multiplicando-a, pelos outros.
É necessário dizer não à cultura amplamente dominante da morte, que se manifesta, por exemplo, na droga, na fuga do real para o ilusório, para uma felicidade falsa, que se expressa na mentira, no engano, na injustiça, no desprezo do próximo e dos que mais sofrem; que se exprime numa sexualidade que se torna puro divertimento, sem responsabilidade.
A esta promessa de aparente felicidade, a esta pompa de uma vida aparente, que na realidade é apenas instrumento de morte, a esta anticultura dizemos não, para cultivar a cultura da vida.
A Assunção da Virgem Maria representa a fé da Igreja na obra da redenção. Entre as formas de redenção a Igreja reconhece uma forma radical de redenção: Unida ao Filho na vida e na morte, a Igreja sabe que Maria foi associada à glória do Filho Ressuscitado.
A Assunção é a Páscoa de Maria. Criatura da nossa raça e condição, Mãe da Igreja, a Igreja olha para Maria como figura do seu futuro e da sua pátria.
Só Deus pode dar uma recompensa justa aos serviços prestados aqui na terra; só ele pode tirar toda dor, enxugar todas as lágrimas, encher nossa vida de alegria.
A festa da Assunção de Maria nos faz crer que a vocação da humanidade é chegar à plena realização e à vitória definitiva sobre todas as mortes.
Celebrando a Assunção da Virgem Maria aos Céus, o Senhor renova em nós a aliança e nos dá um novo sentido para a nossa vida.
A Assunção de Maria valoriza muito o nosso corpo, templo do Espírito Santo, como manifestação de todo o nosso ser, aos olhos dos outros.
Fonte: www.parsantacruz.org.br
800 anos do Carisma de Santa Clara - O nascimento do Carisma.
No Domingo de Ramos relembramos o início do carisma de Clara de Assis. Falamos ‘Carisma’, pois se dissemos fundação da ordem evidenciaríamos mais a institucionalização de que o espírito fundacional desse ramo franciscano. As pessoas carismáticas como foi a santa de Assis, conseguiram ouvir o vento do Espírito e obedeceram a Voz divina. Foram movidos pelo sobro do vigor de Deus e profundamente afetadas por esse amor.
Clara já fascinada pelo exemplo de São Francisco foi movida a deixar todas as coisas e partir em encontro d'Aquele que a fascinava: Jesus. Nesse processo conversivo podemos simplesmente olhar as coisas de maneira mais florida, principalmente quando se trata de grandes personalidades da igreja. Sem sombras de dúvidas é bom enfeitar um pouco, colocar certo sentimento nos relatos. Entretanto, a mudança de vida realizada por Santa Clara não foi um jardim de rosas. Existiram conflitos com a família, com a sociedade e com a Igreja.
É interessante observar o trajeto de Clara. Ela, a convite de Francisco (Cf. LCL 7), organiza sua fuga da casa paterna em um Domingo de Ramos. Além de ter sido um dia propício para que não fosse percebida, devido à quantidade de pessoas e afazeres, existia uma leitura espiritual nessa fuga.
Lembremos que o Domingo de Ramos é a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. É o início da caminhada Dele para o calvário. Clara, em sua maturidade humano-espiritual, de certa forma antevia e se fortalecia comparando-a com todo o caminho percorrido por Jesus Cristo representado na Semana Santa.
Aproximava-se o solene dia dos Ramos quando a jovem, de coração fervoroso, foi ter com o homem de Deus, para saber o que e como devia fazer acerca de sua conversão. (LCL 7).
Esse aproximar é um estar frete a uma decisão, mais que um simples sair de casa. Tal resposta representa toda uma caminhada que mesclava alegria e tristeza, dúvidas e respostas. Foi um processo de desidentificação com o mundo que vivia e adesão ao novo que surgia. Coisas deixadas para traz e outras assumidas. Sair de casa representava mais que um comportamento visível. Foi aderir a uma nova forma de vida guiada pelo Senhor. Ou seja, antes mesmo que Clara tenha saído concretamente de casa, no Domingo de Ramos, ela já vinha construindo este despojamento. Seu coração se dilatou cada vez mais até chegar o momento de sua saída para a nova vida.
Chegando assim, o domingo, a jovem, brilhando, em festivo esplendor no meio do grupo das senhoras, entra na igreja com os outros. Aí, como um digno presságio, aconteceu que , enquanto as demais pessoas acorriam para os ramos, Clara, por discrição, permanecia imóvel em seu lugar” (LCL, 7).
“Permanecia imóvel em seu lugar”, em sua decisão. A festa para receber Jesus não estava mais nos Ramos colocados no chão, mas na terra fértil de um coração afetado pelo Mistério. Apaixonada, permanecia em seu lugar, aguardando contemplativa, a chegada do Esposo. A abertura se deu significativamente em sua ação de despojamento. Deixando a casa paterna, abriu-se Àquele que tudo podia dar.
O ‘lugar’ de Clara já estava preparado, não em simples paredes da nova moradia, mas no próprio coração de Deus. Abandonando tudo, abriu-se a Deus e se tornou Virgem Clara: transparente e límpida.
Assim, abandonados casa, cidade e familiares, apressou-se para Santa Maria da Porciúncula, onde os frades que, diante do pequeno altar de Deus, observaram sagradas vigílias, receberam com luminárias a virgem Clara. (LCL 7).
Hoje Clara ainda resplandece no carisma franciscano. Sua memória é invocada e vivida nos diversos ramos dessa Família.
PAZ E BEM!
Fonte:Reflexões franciscanas.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Origem da fogueira das festas juninas
De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (25 de dezembro) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.
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